Dodoo

Correio lança plataforma que inova as relações de consumo

O que você quer encontrar, encontra você. Essa é a proposta do Dodoo, o novo “encontrador” do Jornal Correio, desenvolvido com base em tendências do mercado digital e pesquisas com especialistas de todo o mundo.

O Dodoo é a nova plataforma do Jornal Correio que permite ao consumidor selecionar fornecedores de sua preferência e informar o que necessita, como quer ser atendido – telefone, Whatsapp, email ou outros meios – e o horário mais conveniente para iniciar uma negociação para aquisição do produto ou serviço.

“A partir desse contato por parte dos clientes, os fornecedores devem apresentar, de forma personalizada e profissional, seus produtos e serviços diretamente ao consumidor. O que você quer encontrar, encontra você”, explica Fábio Góis, Gerente de Marketing, Projetos e Mídias Digitais do Jornal Correio.

Para fornecedores de produtos e serviços, o Dodoo também oferece grandes vantagens. “O que qualquer empresa quer encontrar? Exatamente aquele consumidor que está precisando de seu produto ou serviço. No Dodoo, ele encontra você, gratuitamente e em tempo real”, afirma Góis.

Dodoo utiliza a tecnologia Ciwwic, desenvolvida após anos de pesquisas de melhorias nos processos de relação de consumo e surge em um momento de grande inovação do Jornal Correio.

Parte desse estudo ouviu os maiores especialistas mundiais do setor, que apontam a necessidade de se minimizar os problemas existentes hoje na web, como o excesso de informação nos resultados de busca; a invasão da privacidade dos usuários; a falta de atenção ao consumidor online; e o incômodo da mistura entre conteúdos comerciais e sociais na web.

“Nós pensamos o futuro. Ouvimos os maiores especialistas e profissionais para desenvolver o Dodoo, e, agora, juntamente com o Jornal Correio, vamos revolucionar o mercado baiano”, explica Antônio Netto, Diretor Executivo do Ciwwic.

“É o marketplace ideal para consumidores sem tempo de ir a muitos lugares, cansados de receber publicidade de produtos que não querem ou não precisam e fornecedores que almejam potencializar o atendimento da forma mais humanizada, recebendo a informação mais preciosa do mercado, de forma inteiramente gratuita”, completa Antônio Netto.