Existe uso inconveniente da publicidade?

É perceptível que a publicidade está presente em qualquer site ou redes sociais, seja no computador ou no celular. A todo momento pipocam janelas com anúncios dos mais variados produtos ou serviços, mesmo que não tenhamos interesse no que é ostensivamente ofertado.

O que vemos hoje na internet é uma grande mistura do social com o comercial. Entendemos que questões financeiras levam a essa presença maciça, mas o exagero da publicidade, em alguns portais, sites e aplicativos, atrelado à falta de um planejamento visual adequado, bom senso e respeito aos usuários, já está incomodando muita gente. As pessoas não se conformam quando estão lendo uma notícia ou simplesmente navegando em busca de algo interessante, e, de repente, tem sua atenção sequestrada por um anúncio de página inteira, genérico e sem a menor relevância para ela.

Isso é publicidade ou interrupção?

Todo negócio, digital ou não, deve ser rentável e lucrativo e, mesmo que ele se sustente exclusivamente da comercialização de espaços publicitários, deve buscar o equilíbrio entre o social e o comercial, estabelecendo critérios para a veiculação destes anúncios. Será que o poder econômico de algumas marcas, que querem se impor pelo cansaço, é maior que o direito do usuário? Forçar a barra para aparecer é, no mínimo, inconveniente. Alguns movimentos vem sendo observados, principalmente nos portais de notícia: assinatura paga, propaganda direcionada ou ainda o reposicionamento de anúncios em layouts mais inteligentes, mas tudo ainda muito incipiente.

Defendemos a separação entre o social (momento de lazer e informação) do comercial (momento de pesquisa/compra). Desse modo, a publicidade será usada de forma mais humana, se concentrando não somente em separar as pessoas em perfis de consumo e sim fazendo o consumidor conhecer, em detalhes, produtos que ele realmente deseja naquele momento.

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